Pesquisar neste blogue

sábado, abril 11, 2015

fui obrigado a acordar, de rompante.

obriguei-me a abrir os olhos, levantar a cabeça e a escrever.

Quis relembrar como se nunca me houvera esquecido de quem foste, como se ainda tivesse o teu rosto pousado nas minhas mãos, a escrever os dias que viriam, a cada momento.

Quase consigo viver novamente aquele olhar mágico e indelével que tinhas para mim, como se não houvesse ar para respirar sem ser aquele que a minha pele te permitia ter.

Agora? Restam os cigarros em catadupa e as noites com as tatuagens a servirem de mapas para um sorriso esquecido

e que perdi a meio caminho.

Sem comentários: